BEYONCÉ SE TORNA BILIONÁRIA E CONSOLIDA UM IMPÉRIO SEM PRECEDENTES NA MÚSICA
Beyoncé alcançou um feito histórico que vai muito além de números impressionantes: a artista agora faz parte do seleto grupo de musicistas bilionários da história. O marco foi atingido após o impacto financeiro estrondoso da “Cowboy Carter Tour”, que não apenas quebrou recordes, como também reafirmou o poder cultural, artístico e empresarial da cantora. Mais do que uma estrela pop, Beyoncé se consolida como uma das maiores estrategistas da indústria do entretenimento.

Ao atingir essa marca, Beyoncé passa a integrar um grupo extremamente restrito ao lado de Taylor Swift, Bruce Springsteen, Rihanna e Jay-Z, seu marido. O detalhe mais simbólico dessa conquista é que a maior parte de sua fortuna foi construída diretamente a partir da música, algo raro em um mercado onde muitos artistas dependem fortemente de contratos publicitários externos para alcançar cifras bilionárias.A “COWBOY CARTER TOUR” E O RECORDE HISTÓRICO
A turnê “Cowboy Carter Tour” foi o grande motor financeiro dessa nova fase. Com uma arrecadação de US$ 407,6 milhões apenas em ingressos, o espetáculo se tornou a turnê country de maior bilheteria da história, um feito ainda mais expressivo por se tratar de um gênero tradicionalmente dominado por outros perfis de artistas.

O número impressiona ainda mais quando se observa o que ficou de fora dessa conta: consumo do público dentro dos shows e vendas de produtos oficiais. Estimativas apontam que Beyoncé tenha faturado cerca de US$ 50 milhões adicionais somente com merchandising, reforçando como sua marca pessoal vai muito além do palco.
Cada detalhe da turnê foi pensado como uma experiência completa da estética visual à narrativa artística transformando os shows em eventos culturais globais, capazes de gerar engajamento massivo nas redes sociais e ampliar ainda mais o alcance de sua música.
UM CATÁLOGO QUE TRABALHA 24 HORAS POR DIA
Além das turnês monumentais, Beyoncé possui um dos catálogos musicais mais rentáveis da indústria. Seu repertório soma mais de 32 bilhões de reproduções em plataformas digitais, um volume que garante receitas constantes e duradouras.

Clássicos como “Halo”, que sozinho ultrapassa 1,8 bilhão de streams, demonstram a longevidade de sua obra. Diferente de sucessos passageiros, Beyoncé construiu um catálogo atemporal, que atravessa gerações, estilos e plataformas, mantendo relevância mesmo décadas após o lançamento de seus primeiros hits.
Esse desempenho digital reforça um ponto essencial: a música de Beyoncé não depende apenas de ciclos promocionais, ela segue performando organicamente, consolidando sua posição como um dos nomes mais lucrativos da história da música.
O CÉREBRO POR TRÁS DO IMPÉRIO: PARKWOOD ENTERTAINMENT
Um dos maiores diferenciais da trajetória de Beyoncé está fora dos holofotes. Em 2010, a cantora fundou a Parkwood Entertainment, empresa responsável por centralizar praticamente todos os aspectos de sua carreira. Desde então, Beyoncé passou a controlar diretamente sua música, seus shows, seus documentários e seus projetos audiovisuais.

Esse movimento estratégico permitiu que a artista assumisse os custos de produção, mas, em contrapartida, ficasse com uma fatia muito maior dos lucros. Em vez de terceirizar decisões criativas e financeiras, Beyoncé optou por um modelo de independência rara no alto escalão da indústria.
O resultado foi a construção de um império sólido, sustentável e altamente lucrativo, que serve hoje como referência para artistas que desejam autonomia criativa e financeira.
NEGÓCIOS ALÉM DA MÚSICA
Embora a música seja a principal fonte de sua fortuna, Beyoncé também expandiu sua atuação para outros mercados. Ela é dona de uma linha de produtos capilares voltada para diversidade e cuidado específico com diferentes tipos de cabelo, além de uma marca de uísque premium, que rapidamente ganhou prestígio no setor.

Durante anos, Beyoncé também esteve à frente da grife Ivy Park, que marcou presença no mercado de moda esportiva e ajudou a reforçar sua imagem como ícone de estilo global. Mesmo com o encerramento da marca em 2024, o legado da Ivy Park permanece como parte da estratégia de consolidação de sua marca pessoal.
UM LEGADO QUE VAI ALÉM DO BILHÃO
Tornar-se bilionária é um marco impressionante, mas, no caso de Beyoncé, o valor simbólico é ainda maior. Ela representa a união entre arte, controle criativo e visão empresarial, abrindo caminhos para futuras gerações de artistas, especialmente mulheres negras, em um mercado historicamente desigual.
Mais do que cifras, Beyoncé construiu um legado cultural, econômico e artístico que redefine o que significa ser uma estrela global no século XXI. O bilhão não é o ponto final é apenas mais um capítulo de uma história que segue moldando a indústria da música em escala mundial.
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